Dilma Rousseff, ministra do governo Lula, finalmente assume perante o Senado Nacional e toda a nação brasileira sua condição de mentirosa profissional. “Menti, menti e me orgulho de ter mentido”, foram estas suas textuais palavras perante a comissão do senado que a sabatinava. Mentiu para ocultar perante às autoridades os crimes de lesa pátria que vinha cometendo contra o Brasil e contra o povo brasileiro. Resta agora, para completar seu perfil de inimiga jurada do Brasil, que ela revele quais eram estes crimes que confessou estar cometendo e ocultando.
As autoridades daquele tempo e também nós sabíamos de sobra, que ela era militante fervorosa do mentiroso partido comunista, cujas ações eram ditadas pela União Soviética e aqui aplicadas por Carlos Prestes e seus lacaios. As origens sanguíneas de Dilma apontam para a Bulgária, filha que é do búlgaro Peter Roussev, no Brasil, Pedro Rousseff. Na Bulgária, medrou um comunismo dos mais violentos do mundo e lá aprendeu como se pratica o crime e a violência. Carlos Prestes, ocupando a tribuna do Senado, acentuou sua condição de inimigo do Brasil afirmando que, na hipótese de uma guerra da Rússia contra o Brasil, ele e seus sequazes, logo também Dilma, empunhariam armas contra a pátria dos autênticos brasileiros. Esta guerra estava em andamento aqui, em todas as suas modalidades: sabotagens, seqüestros, assassinatos, intentonas, guerrilhas, entre as quais a do Araguaia, onde Dilma se encontrava, empunhando armas contra o poder constituído em sua luta para impedir que nossa soberania fosse submetida ao domínio soviético. Esta atividade bélica aqui e no mundo todo sacrificou duzentos e cinqüenta milhões de seres humanos pela simples razão de se recusarem abraçar o comunismo ateu e materialista. As mãos de Dilma se tingiram com o sangue dos brasileiros com único intuito de trair a pátria e de implantar aqui nesta terra de Santa Cruz uma ditadura, a mais violenta e radical de que se tem noticia na historia da humanidade. Dilma ainda não se arrependeu nem pagou por estes crimes, antes, se enfeita com a boca cheia de slogans, para emplacar sua candidatura à Presidência da República. A mentira sempre foi instrumento preferido das ditaduras para iludir a boa fé do povo e continua sendo método usado pelo PT, partido de Dilma, para ocultar e sustentar toda esta corrupção ultimamente revelada pelas CPIS.
Que Dilma Rousseff seja mentirosa por convicção todos nós sabemos. É principio universalmente conhecido e aceito que o comunismo é a maior e a mais descarada mentira já praticada sobre a face da terra.
Ora, Dilma sempre foi e continua sendo adepta extremada do comunismo ateu e materialista. Logo consequentemente, é mentirosa como a ideologia que abraçou e com a qual convive. O importante agora é que ela, Dilma assumiu oficialmente esta realidade e o fez perante o senado e todos os brasileiros. Daqui para diante quem nela acreditar estará conscientemente, adotando a mentira como norma e prática de vida. O pior é que esta mentirosa se pavoneia como candidata à Presidência da República. O Profeta Oseias (4,2) setecentos e cinqüenta anos antes de Cristo já definia a posição de Deus perante a mentira. “Há juramento falso e mentira, assassínio e roubo, adultério e violência e sangue derramado se ajunta a sangue derramado. Por isso a terra geme e seus moradores desfalecem, as feras e as aves do céu e até os peixes do mar estão desaparecendo. “E o salmo 5,7 assevera que “Deus odeia todos malfeitores e destrói os metirosos”. Na era cristã quando todos os sinais descritos pelas profecias e constatados pela ciência se realizam, o apocalipse, no seu ultimo capítulo (22,15) define os que vão ficar de fora do reino de Deus. “Vão ficar fora do reino de Deus os cães, os feiticeiros, os imorais, os assassinos, os idólatras e todos os que AMAM E PRATICAM A MENTIRA” . Este assunto, dona Dilma, deve lhe interessar porque apesar de todo seu ateísmo, um dia a senhora, como todos nós, morreremos e estaremos frente à verdade, verdade que apaga toda mentira e faz brilhar o sol da verdadeira vida.
José Cândido de Castro
Maio de 2008