Nesta presente geração
de materialistas que pretendem impor um novo conceito
de vida para o ser humano completamente desvinculado de
qualquer compromisso com o passado e com o futuro, fulcrado
tão somente no imediato do qual é preciso
usufruir sofregamente antes que volte ao nada de suas
origens, isto é, à matéria perecível,
surgem muitas oportunidades para a reflexão à
procura de uma visão realista daquilo que nos espera
para breve, já que o imediato dura pouco, pouquíssimo.
A recente eleição do novo presidente americano
se nos apresenta como excelente chance de pormos em foco
este fato e de passarmos a limpo tudo o que foi engendrado
pela MIDIA com o objetivo de delinear em torno de Barack
Obama a figura de um novo mito, de um fenômeno de
democracia “made” só na América
do norte. Este personagem mitológico foi definido
pelo primeiro ministro italiano, Silvio Berlusconi, como
jovem, bonito e bronzeado. Não deixa de fazer sentido
esta pincelada artística do primeiro ministro italiano
porque nunca se ouviu falar de um presidente americano
que haja reunido numa só pessoa a juventude, a
beleza e o bronzeado. Na realidade, Obama acrescenta a
estas outra qualidade que nada tem de mitológica.
Ele é, antes de tudo, um prosaico cidadão
americano perfeitamente idêntico a todos os outros
que o precederam na história política Yankee.
Este fato joga por terra a euforia dos colecionadores
de ilusão. A característica que nivela e
massifica todos os presidentes americanos chama-se Pentágono.
É esta figura jurídica e soberana que governa
e sempre governou a Nação a despeito de
qualquer cidadão que venha a ocupar a Casa Branca
a ela guindado pela mais democrática das campanhas
políticas. O eleito só, “fica”
presidente até ao momento em que recebe do presidente
que sai a lista dos segredos de estado até então
por ele ignorados. Neste instante ele perde a serenidade,
apaga o sorriso e varre do semblante a certeza de que
seria presidente. Passa então a aceitar o fato
de que será apenas um prisioneiro, um refém
do Pentágono. Foi precisamente o que passamos a
observar no comportamento de Obama. Tratou de desviar
os interesses da mídia para outras vertentes, inclusive
defendendo o direito de sua filha de levar para a Casa
Branca um cão vira lata, de elogiar a sabedoria
de uma anciã só porque votou nele e, outras
quinquilharias próprias de quem se acha sem assunto.
Evaporou-se o mito, entrou em cena a realidade do cidadão
Obama que terá apenas que participar das reuniões
do Grupo dos Sete para transmitir-lhes os recados do Pentágono,
deverá assumir a responsabilidade de declarar guerra
ao Irã ou a qualquer outro país, de executar
pena de morte contra qualquer presidente de outro país
que se recusar rezar pela cartilha do Pentágono
sob pena de ter ele mesmo que obedecer ou ser alijado
da presidência, quando não, aparecer como
vítima de um acidente terrorista. É precisamente
isto que John Perkins teve a coragem de sustentar em seu
livro: “CONFISSÕES DE UM ASSASSINO ECONÔMICO”
(Editora Cultrix – São Paulo). O famigerado
GRUPO DOS SETE domina o mundo e, este grupo, por sua vez,
é manipulado pelo Pentágono. Estou terminando
a leitura de outro livro sob o título de “FREAKONOMICS”,
o lado oculto e inesperado de tudo o que nos afeta, em
que seus autores afirmam e provam que tudo o que nos afeta
é fruto de trapaças e permanece oculto para
a maioria, quase absoluta, dos que estão por fora
da MÁFIA DOS SETE (Editora Campus-11ª. Edição,
São Paulo). Até que alguém me prove
o contrário, continuo admitindo que a presente
crise econômica, como todas as demais que a precederam,
é forjada para a obtenção de algum
objetivo, o da queda do preço do petróleo,
por exemplo, ou de qualquer outro. Ninguém é
capaz de entender porque Lula que sempre pautou sua conduta
no credo vermelho é amigo de Fidel Castro, de Hugo
Chaves, de Evo Morales e de Rafael Correa e de todos os
fantoches que surgem por ai de foice e martelo entre os
dentes, porque, digo, este mesmo Lula anda de chamego
com Barack Obama.
Estava para concluir este artigo quando chegou às
minhas mãos a denúncia de mais um escândalo
financeiro, desta vez, envolvendo a MEGA SENA. Dr. Wagner
Di Genova Ramos – PAVESIO ADVOGADOS ASSOCIADOS –
55-ll-4746 (voice) assume a responsabilidade da denúncia,
via internet. Mas, não é só isto.
Explodiu em New York e seus estilhaços estão
chovendo sobre o Brasil, a bomba da fusão do banco
Itaú com o Unibanco AIG, a maior Seguradora dos
USA faliu e foi estatizada pelo governo americano. Acontece
que a AIG era controladora do UNIBANCO. Portanto, o Unibanco
passou a pertencer ao governo americano, e, salvo o compulsório,
a AIG tinha esvaziado a caixa do Unibanco e a enchido
de mortgages podres americanas. É a pura verdade,
sustenta o denunciante pela internet que ainda faz alusão
ao banco Panamericano e Financeira BV que financiou, sem
garantias, a compra de milhares de carros OK com entrada
de R$1,00 e pagamento das primeiras prestações
só em março de 2009. Esta e outras bombas
vão estourar no colo do blindado Lula. Aí
e depois com as outras, CASAS BAHIA E INSINUANTE etc.
Este é o IMEDIATISMO a que nos referíamos
no começo do presente pronunciamento, amnésia
pelo passado e repugnância pelo futuro. Comamos
e bebamos porque amanhã morreremos, pouco importa
de onde nos virá o necessário para garantirmos
o presente: comida, bebida, sexo, farra e toda estar porcariada,
atrás da qual corre a legião dos materialistas.
José Cândido de Castro
Novembro de 2008